Portal Costa Norte - Notícias de Parnaíba: Baleiro acusa PM de agressões Baleiro acusa PM de agressões ================================================================================ Veronica Costa on 02/01/2009 17:01:00 Por conta de uma rixa iniciada na metade do ano passado que neste dia 02, por volta das 10h30min, o senhor Daniel Miranda de Souza, vendedor de balas, foi agredido por dois policias militares. O PM que atende pelo nome de cabo Gilson e seu irmão que estavam a paisano. Os atritos, segundo relatos do senhor Daniel (agredido), iniciaram com as provocações do Cabo dentro da Caixa Econômica Federal. A situação desconfortável começou com o cabo Gilson encarando Daniel Miranda. Este último conta que se retirou e foi até ao banheiro, mas por conta da situação não concluiu seu trajeto, pois estava sendo seguido, e retornou ao local de origem. “Quando vi que o cabo Gilson não parava de me encarar e me seguir voltei e sai do banco. Eu estava muito nervoso, quando eu sai do banco e fiquei na minha banca de vender balinhas. Ele se posicionou na banca do Louro que fica na Praça da Graça, depois ele saiu de onde estava e veio até mim, me chamou de vagabundo pelo menos umas dez vezes e outros tipos de xingamentos mais. Quando vi que ele não parava de me insultar eu falei que iria mover um processo contra ele”, desabafa. Depois do argumento, o cabo respondeu com um soco no rosto de Daniel Miranda. Isso de acordo com o próprio reclamante. Naquele momento, devido a pancada o vitimado, que estava sentado numa cadeira, caiu. Em seguida, o policial se retirou. Chateado Daniel se levantou e saiu correndo atrás do agressor. Diante do fato o Cabo correu para trás da banca de revistas e o ofendido tentou revidar, porém foi abordado pelo irmão do cabo Gilson. Naquele instante, conta o senhor Daniel, ele é agarrado pelo pescoço e derrubado pelo irmão do PM. Oportunidade em que começaram a bater no vendedor de balas. Daniel conta que já o levou à delegacia uma vez, mas desistiu do caso pedindo apenas para o cabo deixa-lo em paz. Agora, não perdoou e registrou queixa no 1° Distrito Policial. Quando a vítima disse que recorreria a um advogado, recebe um murro na boca e cai da cadeira onde estava. Revisão e edição: Daniel Santos