As minhas gêmeas e os dois anos de O Piagüí!
Lançado em novembro de 2007 (há exatos dois anos), O Piagüí, veiculo cultural bastante admirado e respeitado em Parnaíba (e porque não dizer no Piauí), iniciou seu terceiro ano através do lançamento de sua vigésima quinta edição, e já se encontra pelas ruas e bancas desta cidade desde o dia 05, dia da cultura e de seu aniversário.
Editado mensalmente por seus criadores, Daniel C. B. Ciarlini e este ser que aqui vos fala (ou melhor, vos tecla), O Piagüí já alcançou diversas vitórias durante o decorrer de sua árdua, porém benéfica trajetória. Feitos como por exemplo, o site www.opiagui.com.br, uma extensão da marca, que desde o mês de julho funciona na internet, alojando todo o material já publicado nas edições do impresso, como também vídeos e materiais extras mais adaptaveis à essa famosa janela virtual e global.
E para comemorar os dois anos de O Piagüí resolvi produzir uma crônica, que é ao mesmo tempo, uma homenagem às minhas filhas gêmeas que acabam de completar 4 anos e O Piagüí, que é como um filho para mim. Abaixo segue um pequeno trecho da mesma:
“...É quando avisto bem ao longe, mas cada vez mais perto: Os meus mais preciosos frutos!
E lembro! Do casamento com minha esposa Ana Roberta, que a cada dia, se aproxima mais de completar uma década inteira. Entrelaçar apaixonado esse, fusão amorosa essa, que dela nasceram em 2005, As gêmeas Ingrid e Carolina, em pleno dia 12 de outubro, dia das crianças, e teria um dia melhor?
E recordo! Do reencontro com meu primo Daniel Ciarlini, que desde a infância, foi uma companhia deveras interessante, fundamental. União Intelectual essa, sentimento esse, que dele surgiu em 2007, O Piagüí – Culturalista, exatamente no dia 05 de novembro, dia da Cultura, e teria um dia mais apropriado?
Recordações, simbioses e heranças. Realizações imprescindíveis que só foram possíveis, creio eu, em razão do companheirismo que tive e tenho com ambos: Roberta e Daniel. Sem a minha relação cúmplice com a primeira, o mundo não conheceria o sorriso e a esperteza das gêmeas. Sem o meu contato próximo com o segundo, o futuro não leria as páginas deste veiculo cultural. Talvez o tempo, sempre possibilitador das coisas, acaba-se mostrando um tipo de gêmeas, como também uma espécie de Piagüí, sem a parcela de minha existência, mas seriam outras gêmeas, um diferente Piagüí.
Me emociono a cada momento, desde os primeiros passos, as primeiras edições, passando pelo inicio das palavras, dos elogios, os aniversários, comemorações, vitórias e premiações. Conseqüências das lutas diárias em prol do viver, da cultura, do sentir e da escrita. Sei que um dia as perderei para o mundo, sinto isso toda vez que as deixo na escola. Tenho a consciência que o perderei para a história, percebo isso a cada evolução que lhe transporta para infinitas pessoas e longínquos lugares...”
Para conferis essa crônica completa e muitos outros destaques deste mês do veiculo cultural O Piagüí, acesse: http://www.opiagui.com.br/2009/11/as-gemeas-e-o-piagui/









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