Nas Bancas de Parnaíba: HISTÓRICA – N° 03
Essa semana, em mais uma de minhas “andanças” pelas bancas de revista e livrarias da cidade, me deparei com algo precioso para qualquer parnaibano que queira conhecer mais a fundo a história e a cultura de Parnaíba. E olha que não estou falando de mais uma edição de O Piagüí! Dessa vez venho anunciar a chegada do terceiro número da revista Histórica. Editada pelo escritor e jornalista Antônio de Pádua Marques Silva, juntamente com o atual presidente do IHGGP, Reginaldo Pereira do Nascimento Júnior, chega aos seus leitores trazendo inúmeras matérias e artigos interessantes, a citar, por exemplo:
- Piauí de muitos santos e nomes exóticos;
- Rádio, o maior meio de comunicação de massa;
- Centro Histórico de Parnaíba. A hora e a vez de preservar o passado;
- Parteiras, mulheres, mães e madrinhas;
- O difícil e longo caminho da instrução pública no Piauí.
E incluído nesse volume, encontra-se um artigo produzido por vosso humilde sensível que aqui vos fala! É o texto: O homem que consertava o tempo na Praça da Graça. Abaixo, segue um pequeno trecho do que vos falo:
“Na primeira metade da década de 60, a Associação Comercial de Parnaíba e a prefeitura estavam dando um novo traçado na praça da Graça com a instalação de um relógio no seu canteiro central. A coluna inteira tinha aproximadamente uns quinze metros de altura e se constituía de três partes: na base, o comando, no centro, os luminosos com as propagandas das casas comerciais e no topo, o relógio propriamente dito. O acesso para casa de máquinas se dava através de um portão de ferro com pouco mais de meio metro. Chamava atenção de quem circulava pela praça e mais ainda de quem era de fora. Dilton foi chamado para ser o responsável pela sua manutenção. Essa função ele desenvolveu até a metade da década de 70, quando várias reformas foram realizadas até para finalmente ser desmontado e retirado.”
Então, sem mais delongas, e parafraseando Isaac, um grande amigo meu:
- FIKADICA!









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