Arte Moderna ganha interpretação contemporânea
Quebrando o paradigma de que música erudita é apenas para pessoas detentoras de poder aquisitivo que o projeto “Sonora Brasil” apresentou o Quarteto de Sopros da Amazônia. O Grupo traz em seu repertório melodias que se referem à Arte Moderna de 1922. Onde o espírito moderno se enraizava em várias obras.
Em Parnaíba, o evento recebeu o público através da participação da Orquestra de Câmara de Parnaíba que introduziu o espetáculo com músicas clássicas. E na seqüência o quarteto tocou peças de Villa Lobos que se caracteriza pela polirritmia. Ao todo devem ser realizadas 67 apresentações pelo Brasil. O espetáculo no SESI do último dia 25 correspondia ao 35º espetáculo. A turnê pelo país iniciou no dia 07 de setembro e segue até 03 de dezembro.
O quarteto se formou a partir do projeto Sonora Brasil. A equipe de músicos é composta por Cláudio Abrantes na flauta; Ravi Shankar, oboé; Romeu Rabelo, tocando fagote; e Vadim Ivanov, clarinete. Estes antes do itinerário ensaiaram uma semana. O trabalho desenvolvido visa formar platéias de camadas populares de apreciadores da boa música. O fim é que a musica clássica caia no gosto de toda a população. Aliás, música é o ápice da sensibilidade, ponto culminante das artes.


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